sexta-feira, 15 de março de 2013

Pensando e se comportanto de forma gorda

Quando lemos o título acima logo ficamos em alerta e vamos correndo tentar identificar o que nos faz ser assim – pensar e se comportar gordo – Seriam as emoções?

A cada dia é mais claro a relações entre a comida e o afeto, pois ficamos condicionados e/ou dependentes da comida para nos sentirmos aliviados, ou melhor tranqüilos.

Esse é um aspecto importante a ser pensado, pois deixamos de comer com a função de nos nutrirmos. Usarmos a comida como fonte de prazer imediata e aí começa um ciclo vicioso, onde todas as outras fontes de prazer são deixadas de lado e a comida acaba se tornando o eixo central da vida de uma pessoa.



Vale ressaltar que a obesidade é multifatorial, porém é certo que o nosso estado emocional influencia de forma significativa nesse processo de aumento de peso, principalmente quando existe um fator depressivo envolvido.



Existem vários gatilhos que podem estar compondo esse quadro quando citamos o lado emocional: separação, mudança de cidade (país), solidão, ausência de família, vida profissional insatisfatória e assim poderia citar uma lista interminável de questões que me trazem e que podem estar determinando o aumento de peso.


Cada indivíduo é único, e vivenciará as situações de suas vidas da forma mais adequada dentro de suas possibilidades.


Abaixo tem uma lista de situações que podem levar você a comer em função de suas emoções:


- Sente um prazer imenso quando come, e perde totalmente o interesse por outras atividades;


- Come desenfreadamente, sem se preocupar com a qualidade da alimentação;


- Não come nos horários adequados e muitas vezes o faz escondido de outras pessoas;


- A baixa auto estima e a falta de cuidados com o corpo e a saúde, faz com que a situação vá se agravando;


- Tem a ilusão de que estar magra acabaria com seus problemas e que poderia ser feliz;


- Procura uma forma mágica de perda de peso, colocando fora, no outro a responsabilidade por emagrecer.


Identificando essas questões em seu processo de sobrepeso e obesidade, é importante procurar ajuda de profissionais habilitados para ajudá-lo a perder peso, alcançar um estado de saúde e equilíbrio, como a nutricionista, educador físico e um psicólogo. 


A obesidade é uma doença e temos que tratá-la com responsabilidade e seriedade, só assim poderemos emagrecer com assertividade.



Luciana Kotaka

Psicóloga Clínica

Curitiba-PR

3 comentários:

Sandra Pereira disse...

Obrigada pela visitinha amiga, você sempre presente na minha vida de alguma forma né? Belo post, e pura realidade. Bjos

Rê Machado disse...

Oi, Luciana! Só hoje que vi teu comentário no meu blog, bem lenta eu! hihihi... Sobre o teu post, eu me esforço a cada dia pra não me deixar recair no comportamento gordo, mas isso são anos de treino né, estou convencida de q o único modo de ter um emagrecimento saudável e duradouro é exercitando o comportamento magro, não tem outro jeito, precisamos reaprender a lidar com a comida, com os nossos péssimos hábitos e com os nossos sentimentos, é preciso mudar de dentro pra fora... Assim, sem fazer meu corpo sofrer e se privar de alimento algum, eliminei 9kg já nesse ano. Se estivesse numa dieta restritiva, teria eliminado muito mais, mas a que preço, não é mesmo? Sobre o livro de vcs, eu li todinho e mt bem lido, pq adorei, falei dele várias vezes no meu blog, passando algumas das dicas que vcs davam. Achei ele mt informativo, sem ser pedante nem chato. Era tudo mt claro e didático. Gostei bastante!!!! E já estou esperando pelo próximo livro que estava anunciado ali atrás do COmportamento Magro, já sabem quando ele sai??? Eu, com certeza, comprarei!!! Um beijão, obrigada pela visita, adoro os teus textos!

Gi, Projeto Eu Fininha disse...

Olá Luciana, me identifique demais com alguns itens da lista que você mostrou, mas aos poucos estou tentando mudar, me reeducar na verdade. Muito obrigada pelas dicas! Beijos