terça-feira, 24 de março de 2015

Overnights Oats – lanchinhos rápidos de frutas



Ingredientes
  • ¼ de xícara de flocos de aveia (ou flocos de centeio - quinoa - milho - granola - enfim.. o que preferirem)
  • ¼ de xícara de flocos de aveia (ou flocos de centeio -quinoa - milho - granola)
  • 1/3 de xícara de leite (você pode usar o leite que preferir integral
  • desnatado de soja ou de arroz)
  • ¼ de xícara de iogurte grego ou iogurte natural
  • 2 colheres de chá de sementes de chia
  • ¼ colher de chá de essência de baunilha (opcional)
  • 1 colher de sopa de mel
  • 1/3 de xícara de morango e banana em fatias
Você deve estar se perguntando o que é Overnights Oats, em tradução livre significa “aveia de um dia para o outro”. Você conhece a salada de pote, certo? Este lanchinho que, além de prático é supergostoso e saudável, é basicamente a mesma coisa das saladas de pote, só que com frutas e qualquer tipo de cereais de que você gostar (não é obrigado usar apenas a aveia). Vamos ver como se faz esta gostosura.

Modo de preparo

Em um pote com tampa ou copo de vidro, adicione aveia em flocos, leite, iogurte grego, sementes de chia, adoce a gosto (açúcar, stevia, mel ou use a essência de baunilha ). Feche o pote e agite muito bem, se preferir misture com uma colher.  Adicione as frutas e/ou geleias e mexa delicadamente.  Coloque na geladeira durante a noite e retire no dia seguinte. Durante a noite, a aveia e as sementes de chia irão absorver o líquido e suavizar os sabores. A textura e o sabor no dia seguinte ficam ainda mais deliciosos. O ideal é consumir o overnights oats no máximo em até 2 dias após a preparação.
Outra forma de montar esse lanchinho é fazer camadas, você pode fazer uma camada de iogurte grego e chia, outra de aveia, de leite e entre essas camadas colocar as frutas, algo para adoçar e granola.


segunda-feira, 9 de março de 2015

Guia da OMS recomenda redução no açúcar




A Organização Mundial de Saúde publicou na última semana uma nova diretriz sobre consumo de açúcares para adultos e crianças. O consumo de açúcar não deve passar de 50 gramas por dia. A recomendação, que consta de guia da OMS publicado dia 4 de março, pretende limitar também o consumo de açúcares ocultos nos produtos alimentícios, entre eles o ketchup e refrigerantes, responsáveis por inúmeros problemas de saúde, como a obesidade, o excesso de peso e as cáries. 
 
Uma colher de sopa de ketchup, adverte a OMS, representa 4 gramas de açúcar oculto, e uma lata de refrigerante pode conter até 40 gramas, o equivalente a 4 colheres de café. O ideal seria não ultrapassar 5% da ração energética diária.
 
As recomendações foram determinadas com base na análise de dados científicos mais recentes que mostram a relação açúcar e peso corporal. "Pesquisas mostram que as crianças com o maior consumo de bebidas adoçadas com açúcar são mais propensas a ter excesso de peso do que crianças com uma baixa ingestão de bebidas adoçadas com açúcar", informa nota da OMS, apoiada ainda por evidências que demonstram maior índices de cárie dentária, quando o consumo de açúcares livres é acima de 10% da energia total diária.
 
Para a OMS, é preciso adotar políticas públicas que estimulem hábitos alimentares mais saudáveis, que promovam mudanças na rotulagem de alimentos e que regulem a comercialização de produtos alimentares e bebidas não alcoólicas ricos em açúcares. Espera-se também dos governos políticas fiscais mais rígidas sobre estes produtos.
O guia de orientação da OMS sobre consumo de açúcares deve ser atualizado em 2020.


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

“Omeprazol” – recurso preventivo que a longo prazo é = “demência”


OMEPRAZOL:

A segunda droga mais consumida no mundo tem sido usado por médicos e pacientes “mal utilizados, como um recurso preventivo”



O alarme foi lançado numa das cinco publicações médicas mais prestigiosas do mundo, “JAMA”, que não é a “bíblia” da medicina, mas é parte de seus livros sagrados. Pois isto nada duvida da autenticidade da publicação. A toma continuada, durante mais de dois anos, de omeprazol, o segundo medicamento mais consumido do mundo depois do paracetamol e uso mais comum para problemas gástricos, favorece a aparição de demência, danos neurológicos e também pode causar anemia. 

A notícia não surpreendeu os médicos que “desde há cinco anos, talvez mais” que vinham ouvindo falar da existência de todos estes efeitos secundários. mas torna-se dificil a sensibilização tanto dos profissionais de saúde como dos seus pacientes, a fazer ” um uso mais racional deste fármaco”, diz o presidente da Seção de Medicina de Família e Comunidade da Academia de Ciências Médicas de Bilbao, José Antonio Estévez.
O aparecimento de omeprazol, diz o especialista, foi uma autêntica revolução no tratamento de úlceras gástricas e na hérnia de hiato, que são as principais indicações. Para os primeiros, porque as lesões no estômago provocavam dor e mau estar condicionando a qualidade de vida. O maior avançosupõem-se, sem dúvida, no tratamento da hérnia hiatal, cuja principal terapia era a cirurgia que dava muitoa maus resultados.. “Eu tenho visto muitas pessoas, incluindo os jovens, morrerem na sala de cirurgia, porque é um procedimento muito invasivo”, lembra Estevez.
Os resultados obtidos com o fármaco devem ter sido “tão bons em todos esses anos” que os médicos “começaram a receitá-lo de forma abusiva  como prevenção”, não só para estas doenças como também para outras, como a acidez estomacal. e os pacientes a consumir de igual modo.organização Kaiser Permanente provedora de serviços nos Estados Unidos e referência mundial no manejo sanitário decidiu avaliar os riscos para a saúde do consumo a longo prazo deste fármaco; e os resultados do estudo foi publicado na revista da Associação Médica Americana, “JAMA”.
Os investigadores queriam comprovar se a ingestão prolongada de omeprazol provocava falta de vitamina B12 (chamada de cobalamina), que é essencial para o crescimento da pessoa e essencial para o desenvolvimento normal do sistema nervoso. 
É sabido que muitas pessoas de idade têm deficiência de vitamina B12, que se manifesta pelo aparecimento de fadiga, cansaço, diarreia ou feridas na boca, “sintomas tão comuns que podem induzir em erro o médico.”
O conselho médico
Estudos sobre esta matéria que havia eram pequenos e a organização Kaiser Permanente se porpôs ampliar esta investigação. Reuniu um grupo de 25.956 pacientes com deficiência de vitamina B12 e comparou s com outro 184.199 pessoas sem este transtorno. Todos eles foram seguidos durante quatro anos, entre 1997 e 2011 e os resultados não deixaram lugar a dúvidas.
Como se esperava, o composto inibe o ácido gástrico de absorver a vitamina B12 e a sua carência favorece o aparecimento de demências, anemia e dano neurológico. Entre 10% e 15% dos idosos têm deficiência de cobalamina. Ao comparar os dois grupos verificou-se que 65% das pessoas que tinham tomado omeprazol por dois ou mais anos apresentavam um maior risco déficit de vitamina.  A toma de  1,5 comprimidos diariamente implica um risco de 95% de apresentar carências.
Deve então deixar-se de tomar omaprazol? José Antonio Estévez diz que não, porque seria pior o remédio do que a doença. “Agora, os médicos têm que refletir sobre a forma mais benéfica e adequada de receitá-lo. Haverá necessidade de eleger bem os casos, ajustar melhor as doses, fazer intervalo entre o seu consumo e utilizá-la só quando estritamente necessário. Deve ser bem escolhido casos, melhor ajustar as doses, faça pausas em seu consumo e utilizar apenas quando tal se justifique. “Em definitivo, usá-la de forma racional, como tratamento e não como terapia preventiva”.