Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

Mudança ...

COMUNICANDO MUDANÇA
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DE ENDEREÇO:
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AGUARDO SUA VISITA!
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LUCIANA KOTAKA

Terça-feira, 28 de Abril de 2009

Ser mulher, ser feminina...

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Convido vocês a uma reflexão sobre o feminino.
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O que significa ser mulher ...
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Fomos criadas para sermos curvilíneas, corpo delineado, somos mulheres
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Mas vemos comunidades, movimentos em uma busca contrária a nossa natureza,
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Vemos mulheres querendo mudar o corpo, não querem formas, não querem curvas...
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Estamos vivendo um momento em que ser feminina não é bonito, não dá status...
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Vivendo a era do reto, sem formas, sem sensualidade
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Transformamos o belo em estranho, o normal pelo esterótipo fabricado.
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As músicas para nos homenagearmos eram lindas, mostrava a mulher como o mais
magnífico ser existente na terra,
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Lembram da música do Tom Jobim?
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Vem cá Luíza,me dá tua mão.......
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Mas hoje....
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Hoje as músicas femininas falam de sexo, escancara nossa intimidade, massacra nossa beleza e toda magia ...
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O que sobra de nós?
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Mulheres magras, sem brilho, sem graça....
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Cadê você mulher?
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Luciana Kotaka
Curitiba - PR

Sábado, 25 de Abril de 2009

NORMOSE - A doença de querer ser normal

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Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é
exatamente fácil de alcançar.


O sujeito "normal" é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido.


Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer de forma alguma que está passando por algum problema.


Quem não se "normaliza", quem não se encaixa nesses padrões, acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento.


A pergunta a ser feita é: quem espera o quê de nós?


Quem são esses ditadores de comportamento que "exercem" tanto poder sobre
nossas vidas?


Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado.


Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha "presença" através de modelos


de comportamento amplamente divulgados.


A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer ser o que não se precisa ser. Você precisa de quantos pares de sapato?


Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar?


Então, como aliviar os sintomas desta doença?


Um pouco de auto-estima basta.


Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente,
e sim, aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo.


Criaram o seu "normal" e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante.


O normal de cada um tem que ser original.


Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude.


E uma vida fraudulenta faz sofrer demais. Eu simpatizo cada vez mais com aqueles que lutam
para remover obstáculos mentais e emocionais e tentam viver de forma mais íntegra, simples e sincera.


Para mim são os verdadeiros normais, porque não conseguem colocar máscaras ou simular situações.


Se parecem sofrer, é porque estão sofrendo. E se estão sorrindo, é porque a alma lhes é

iluminada.

Por isso divulgue o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes.


Créditos:Michel Schimidt
Psicoterapeuta