quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Riscos da Obesidade Infantil por causa hereditária



Obesidade Infantil hereditária coloca crianças em risco precoce

A quantidade de crianças obesas mais do que dobrou nos últimos 30 anos e não mostra sinais de parar. Em parte, em razão da dieta sem restrições de fast food e açúcar, mas há os que são afetados por genes e os hábitos alimentares negligentes passados por seus pais. Pesquisadores da Universidade de Cambridge desvendaram respostas a perguntas complicadas sobre o quão forte é o peso da genética na epidemia de obesidade infantil. 

A saúde de crianças e adolescentes obesos é conhecidamente mais frágil. Eles não só são mais propensos a se tornarem obesos na idade adulta, mas também têm maior risco mais elevado de desenvolver de problemas de saúde na vida adulta, como doenças cardíacas, diabetes tipo 2, derrame, vários tipos de câncer e osteoartrite, de acordo com os Centros para Controle de Doenças e Prevention (CDC). Se uma criança de 2 anos de idade já é obesa, ela tem em um alto risco de ser obeso para o resto de sua vida. 

Por que a obesidade é um diagnóstico tão perigoso, com risco de vida, especialmente para as crianças? Mais de um terço das crianças e adolescentes estava com sobrepeso ou obesidade em 2012, o que significa que é provável que eles venham a desenvolver diabetes, problemas nas articulações, apnéia do sono, problemas sociais e psicológicos, como estigmatização e baixa auto-estima, pressão arterial alta, colesterol elevado e maior risco paea acidente vascular cerebral. Quando os pesquisadores estudaram os genes de 3.031 crianças na Inglaterra, França e Espanha, a partir do nascimento até 5 anos de idade, eles descobriram que o risco começou cedo. 

Existem 16 tipos diferentes de alelos para risco de obesidade, que são os genes que tornam uma pessoa mais propensa a se tornar obesos. Os pesquisadores não encontraram alelos para risco de obesidade quando os participantes eram crianças, mas com o tempo, 2 ou 3 anos de idade, a gordura pós-natal aumentou o suficiente para levantar a bandeira vermelha. 

"Nossas descobertas sugerem que a susceptibilidade genética para a obesidade promove ganhos iniciais em peso e comprimento / altura que são aparentes antes da influência positiva sobre o IMC," os autores do estudo escreveu. "Essa premissa é fortemente apoiada pela nossa nova descoberta de associações positivas entre o pontuação alelo de risco a obesidade e massa e massa magra gordura, mas não a gordura corporal relativa, na infância e primeira infância. "

Os pediatras estão muito preocupados com o número de crianças que crescem com sobrepeso e obesidade, de acordo com a Academia Americana de Pediatria. Se a obesidade não é interceptada aos dois anos de idade, mesmo que ela siga com um crescimento saudável para a idade de quatro anos, as chances da criança se tornar obesa chega a 20%. Adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos, o que é ainda mais assustador, porque não precisa nem ser obeso para ter as chances aumentadas. Essas crianças vão ficar sobrecarregados com uma vida inteira de problemas sérios de saúde. Mudança de hábitos, com a adoção de uma dieta equilibrada, ambientes e rotinas de exercício, vão ajudar a mudar a balança para uma faixa segurança, mas isso só irá ocorrer quando pais e médicos intervirem para ajudar a criança. 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Bolo histérico, uma doença pouco conhecida



por Luciana Kotaka
Ainda que algumas pessoas já tenham ouvido falar sobre essa doença ela raramente é divulgada e muitos ainda não sabem como identificá-la. Eu mesma trabalhando na área nunca havia lido sobre, somente após uma amiga me falar sobre um conhecido que teve esse diagnóstico é que então fui em busca de saber detalhes e formas de tratamento.
Os sintomas são velhos conhecidos: ansiedade, depressão, irritabilidade, dificuldade na deglutição, sensação de queimação e formigamento na garganta, como se houvesse um bloqueio que os impedisse de engolir os alimentos, em alguns casos há relatos de falta de ar.
O interessante é que nesse transtorno não há nenhuma evidência física da doença, somente sendo identificados fatores emocionais como pano de fundo do desenvolvimento da mesma.
A ansiedade é descrita por uma sensação de inquietude, uma sensação desagradável, sensação de pressa, urgência. É algo que está presente no desenvolvimento normal do ser humano, nas mudanças e nas experiências novas e inéditas. Pode ser um distúrbio quando ela ocorre em momentos que não se justificam ou quando é tão intensa, ou duradoura, que acaba interferindo nas atividades normais do indivíduo.
O importante nesses casos é a busca por um psicólogo clínico para que se avalie os disparadores emocionais que levaram a esse quadro, pois somente trabalhando a vida do paciente podemos ajudá-lo a elaborar o que vem incomodando e/ou causando esse quadro de ansiedade.
Normalmente o que identificamos são situações que acumuladas, ou malresolvidas disparam a ansiedade e o corpo acaba reagindo de alguma forma, como um pedido de socorro. Uma doença somática, isto é, doença causada por fatores emocionais.
O diagnóstico também deve ser realizado pelo médico psiquiatra, pois o quadro apresentado necessita de medicação, além de outras terapias alternativas que podem ser essenciais para a remissão dos sintomas.

sábado, 25 de outubro de 2014

Vem, gente! É da nossa conta! Blogagem Coletiva: Educação e #trabalhoinfantil


Demorou, mas hoje podemos dizer que o brasileiro entende que a educação é o caminho para os problemas do país. Dos discursos de candidatos políticos às conversas de rua e, em especial, no  nosso tradicional forum na fanpage do Promenino da Fundação Telefônica Brasil, noto que a opinião é unânime acerca deste ponto. No #diadoprofessor, mais de 6 mil pessoas participaram do nosso fórum, e em 24h batemos um recorde, com mais de 100 compartilhamentos e o mesmo índice de comentários abertos (sem contar as respostas internas nos comentários!), apoiando nosso papo que surgiu da pergunta: - Qual o papel da escola no enfrentamento ao #trabalhoinfantil?



Este papo rende muita conversa e cada opinião merece um texto a ser salvo para a posteridade. Então decidimos convocar uma Blogagem Coletiva: Educação e #trabalhoinfantil para esta semana, convidando todos a registrarem sua opinião, suas ideias, suas histórias, relatos de projetos que conhecem, de sonhos que poderiam fazer diferença para o que a campanha “É da nossa conta!” tem como objetivo:  transformar o nosso padrão cultural de naturalizar e aceitar o trabalho infantil. Não existe lugar melhor do que a escola para acolher nossas crianças. Mas como fazer esta parceria? Qual sua opinião? Conte numa atualização (post no blog, comentário no seu Facebook, foto, indicação deste link) participando da Blogagem Coletiva: Educação e #trabalhoinfantil.


Pode ser no seu blog, instagram, Facebook ou Google+. Pode ser em muitos updates com a hashtag #trabalhoinfantil. O importante é falar do tema de hoje (15/10) até o dia 25/10, véspera das eleições que definirão os próximos 4 anos do Brasil. Vamos mostrar que o assunto nos interessa e sonhar que em 2018 a gente terá índices e uma realidade muito mais justa e bonita para comemorar. Só um pedido: avise a gente aqui neste post sobre seus updates para podermos reunir tudo e mostrar o movimento para todo mundo, ok? Vem, gente! É da nossa conta!

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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Caso de sucesso: 25 kg a menos com dieta, exercícios e a ajuda do Instagram



Mesmo casada com um treinador, Mayara Degaspari não manteve a disciplina e engordou muito. Após uma reviravolta na vida amorosa, ela resolveu cuidar de si mesma e, aos 30, está com seu melhor corpo.



Foto: Arquivo Pessoal

Na adolescência, em Campinas (SP), Mayara adorava praticar esportes e atividades como jazz e capoeira para se manter em movimento. “Com os exercícios, ficava em boa forma nos meus 60 kg.” Meço 1,75 m. O primeiro deslize com a balança só aconteceu ao entrar na faculdade, quando a mudança de rotina resultou na falta de cuidado com a alimentação e os exercícios. “Ainda fiz um intercâmbio de seis meses, no México, e voltei com 8 kg a mais”, diz ela, que passou a comer menos e logo recuperou o antigo peso. A forma física só voltou a ser um problema quando ela começou a namorar. “É irônico, mas engordei enquanto namorava um treinador de futebol. A gente saía muito para jantar e relaxei na alimentação.” Aos 25 anos, ela se casou e a vida a dois não ajudou na disciplina. “Saí do emprego.Sozinha em casa, eu ficava ansiosa e descontava as frustrações na comida.

Mesmo engordando, Mayara não se preocupava, pois acreditava que, como aconteceu após o intercâmbio, ela perderia os quilos com facilidade. “Comia tranqueira, bebia cerveja e me esbaldava nos doces.” Com um ano de casada, o relacionamento desandou, assim como seu peso. “Meu corpo não foi o motivo da separação, mas estava infeliz comigo mesma e descontei as mágoas nele, agravando a situação.” O fim do casamento foi um choque, porém fez com que ela se focasse em si. “Encarei o espelho e me vi sozinha, com 28 kg a mais. Decidi que precisava fazer algo por mim e busquei a academia.

Virando a página

A mudança não foi radical: ela começou a fazer meia hora por dia de exercícios aeróbicos, cortou bebidas alcoólicas e começou a se alimentar bem. “Não passei fome, mas me policiei bastante e voltei aos 68 kg.” Aconselhada por uma amiga, Mayara abriu uma conta no Instagram e seguiu perfis que incentivassem uma vida saudável. “Descobri o mundo da internet e mesclava cardápios e treinos.” Hoje, com um trabalho das 4 da tarde à meia-noite, ela investe na academia pela manhã, faz musculação seis vezes por semana e dois dias de pilates.

Tempo na cozinha

Nas horas livres, Mayara gosta de cozinhar. “Eu me inspirei nos cardápios que via na internet e acabei me apaixonando.” Com a mudança, ela emagreceu mais 3 kg, fez da culinária uma terapia e da vida saudável um hobby. “Nunca imaginei que aos 30 anos teria o melhor corpo da minha vida nem que teria prazer em seguir uma vida saudável sem sacrifícios.

Dicas da Mayara

· Tenha autocontrole. “Às vezes, você desanima e enfia o pé na jaca. O importante é não acumular escapadinhas.

· Foque-se em você. “Nosso corpo é nosso templo. Invista no que lhe dá prazer.” 
· Varie os treinos.“Aprendi a misturar musculação com pilates. Além de força, melhorei a postura e a flexibilidade.” 

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Hipnose como aliada na perda de peso


Técnicas aliadas ao processo de emagrecimento sugerem excelentes resultados

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por Luciana Kotaka
A obesidade é uma doença que vinha crescendo de forma assustadora no Brasil, porém esse panorama mudou de um tempo para cá como mostra os estudos realizados pelo Ministério da Saúde revela que, pela primeira vez em oito anos consecutivos, o percentual de excesso de peso e de obesidade se manteve estável no país. A pesquisa Vigitel 2013 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) indica que 50,8% dos brasileiros estão acima do peso ideal e que, destes, 17,5% são obesos. Os resultados do estudo cessam a média de crescimento de 1,3 ponto percentual ao ano que vinha sendo registrada desde a primeira edição, realizada em 2006 – quando a proporção de pessoas acima do peso era de 42,6% e de obesos era de 11,8%.
Mas apesar do levantamento realizado acima ainda verificamos que o percentual é muito alto e que poucas pessoas têm acesso aos tratamentos especializados para mudar esse quadro apresentado. A cirurgia bariátrica vem sendo umas das saídas mais procuradas para essa finalidade, porém sabemos que a mesma, sem o paciente ter realizado uma reeducação emocional e nutricional adequadas, além de adquirir o hábito pela atividade física diária, acaba sendo somente um tratamento a médio prazo.
Uns dos aliados importantes para que o paciente mude comportamentos e assuma o compromisso por seu bem-estar é a hipnose.
A hipnose é um procedimento durante o qual o profissional sugere ao cliente que vivencie mudanças em sensações, percepções, pensamentos ou comportamentos. Um estado alterado de consciência, produzido por meios naturais, desligando das percepções externas e tendo uma grande atividade interna, sem perder seu estado de alerta.
Durante todo esse processo é trabalhado vários aspectos que influenciam e favorecem que o paciente consiga assumir novos comportamentos e motivados a aderência de reeducação alimentar e física se mostra mais efetiva.
Desta forma o processo de perda de peso se torna um processo gradativo, em que o paciente consegue assumir o controle pela sua alimentação e mudanças essenciais para chegar a uma meta planejada, sem correr o risco de vivenciar o famoso efeito sanfona tão conhecido pelos adeptos das dietas.