quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Discutindo a relação. Entrevista com a Psicóloga Luciana Kotaka

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Reeducação alimentar é fundamental para manter peso perdido

Reeducação alimentar é fundamental para manter peso perdido



Isso porque emagrecer exige mudança de hábitos e superação diante das respostas fisiológicas do corpo. “Nosso organismo é feito para ganhar peso”, afirma o endocrinologista Bruno Halpern, diretor da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). “Quando emagrece, nosso corpo acha ruim, começa a gastar menos energia, aumenta os hormônios da fome e diminui os hormônios da saciedade”.
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Quando o corpo grita socorro falar pode ser o melhor caminho

Quando o corpo grita socorro falar pode ser o melhor caminho

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Celulares podem estimular autocontrole no combate à obesidade infantil, indica estudo


"Na pesquisa, constatou-se que os maiores progressos foram obtidos pelas pessoas que usavam os aparelhos telefônicos: a adesão ao tratamento ficou em torno de 43%, contra uma média de 19% dos outros métodos. O controle do açúcar na alimentação também foi maior nas crianças que usaram os celulares"
Pesquisa realizada com 58 crianças, entre 5 e 13 anos de idade, comprovou a eficiência das mensagens de texto no combate à obesidade infantil e de adolescentes. A conclusão dos cientistas da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, é a de que devido ao interesse de pessoas nessa faixa etária pelos aparelhos celulares, os exercícios de autocontrole tornaram-se um divertimento e não mais uma obrigação.
Segundo a psicóloga Luciana Kotaka, o resultado comprova o quanto o estímulo é importante para o alcance de resultados. “É preciso falar a língua dos jovens. Atualmente, os celulares e os computadores são as melhores formas de se comunicar e interagir com eles. Então, quando há incentivo, emagrecer se torna interessante e divertido. Diminuir a alimentação não precisa ser uma tortura. O importante é não usar a comida para suprir a ansiedade”, afirma a psicóloga.

O experimento envolveu cerca de 30 famílias divididas em três equipes. Enquanto alguns usavam cadernos para acompanhar o consumo de calorias e a quantidade de tempo gasto vendo televisão, outros não anotavam nada e um terceiro grupo recebia mensagens de texto, redigidas pelos pesquisadores, com dicas de como controlar o peso, incentivos e algumas perguntas, que deveriam ser lidas e respondidas pelas crianças.

Na pesquisa, constatou-se que os maiores progressos foram obtidos pelas pessoas que usavam os aparelhos telefônicos: a adesão ao tratamento ficou em torno de 43%, contra uma média de 19% dos outros métodos. O controle do açúcar na alimentação também foi maior nas crianças que usaram os celulares.

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