terça-feira, 29 de março de 2016

11° Turma do Curso Online de Cirurgia Bariátrica

 

 

Objetivo

O objetivo do curso online de Cirurgia Bariátrica é deixar o profissional da saúde atualizado e capacitado para trabalhar com essa população que recorre às cirurgias do estômago como método de tratamento da obesidade.

Conteúdo Programático

  • Tipos de cirurgias;
  • Indicações para a cirurgia bariátrica;
  • Psicologia na preparação e acompanhamento pré e pós cirurgia bariátrica;
  • Responsabilidade do paciente na perda e manutenção do peso;
  • Acompanhamento nutricional no pré e pós-operatório de cirurgias bariátricas;
  • Avaliação nutricional: clínica, bioquímica e dietética, avaliação da perda de peso, identificação e tratamento das complicações nutricionais pós-cirurgia bariátrica;
  • Gestação e cirurgia bariátrica;
  • Suplementação indicada;
  • Reganho de peso no pós operatório tardio;
  • Cirurgias reparadoras de contorno corporal;
  • Necessidades nutricionais específicas do paciente bariátrico submetidos à cirurgias reparadoras;
  • Conduta Nutricional no Pré e Pós operatório das cirurgias reparadora;
  • Manejo nutricional das complicações estéticas (alopecia, síndrome das unhas frágeis e flacidez dérmica);
E mais!
  • Modelo de laudo nutricional;
  • Tópicos abordados nas reuniões no pré operatório;
  • Exemplos de cardápios;
  • Estudos de casos (cirurgia bariátrica e cirurgias plásticas/reparadoras);
  • Orientações nutricionais.
Acesse o link abaixo e realize sua inscrição:https://www.institutoanapaulapujol.com.br/iapp/produto/curso-online-cirurgia-bariatrica-2403-a-25042016-20-horas-cb001-11/

quinta-feira, 10 de março de 2016

Terapia comportamental é aliada para perder peso e manter a forma

Ao lado de adequação alimentar e atividade física, a terapia comportamental cognitiva (TCC) tem impulsionado a perda de peso. Especialistas dizem que para emagrecer é preciso mudar a forma de pensar e, a partir daí, o modo de agir


Não é segredo para ninguém. Só emagrece quem diminui as calorias – com alimentação adequada ou atividade física, ou os dois juntos, o que é bem melhor. Mesmo quem se rende às dietas da moda – das sopas, das luas, dos médicos de sobrenome marcante e das celebridades, sabe, no fundo, as regras para ver a balança baixar. Mas não só com restrição e malhação se perde peso. É preciso colocar a cabeça a favor do processo. O emagrecimento exige mudança de comportamento e antes dele uma mudança cognitiva, uma transformação no jeito de pensar.

Não basta virar a folhinha. O início de ano é marcado por proposições: vou fazer dieta, entrar na academia, parar com a cerveja. Terminado o primeiro mês, muita gente nem começou. Muita gente já desistiu. Para a psicoterapeuta sistêmica Aline Rodrigues, tais promessas são alimentadas por quem não quer desperdiçar o tempo novo para dar mais força a alguma proposta. “Mas não é uma mudança de data que vai fazer diferença. Com a virada do ano só se renova o desejo”, alerta a psicóloga, que se dedica a programas de emagrecimento.

Para ler a matéria na íntegra:  http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/02/02/noticia_saudeplena,147406/terapia-comportamental-e-aliada-para-perder-peso-e-manter-a-forma.shtml

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Síndrome alimentar noturna



A primeira descrição da síndrome alimentar noturna (SAN) revelava uma população de obesos que apresentava, especialmente em situações de estresse, redução do apetite pela manhã, hiperfagia noturna e insônia inicial, ou dificuldade em reiniciar o sono após despertares noturnos para pequenos lanches.

Ainda não há critérios diagnósticos totalmente estabelecidos para SAN, mas sabe-se que é primariamente caracterizada por episódios de exageros alimentares entre o horário do jantar e o início do sono, acompanhado de pelo menos um episódio de ingestão alimentar durante despertares noturnos, sempre com lembrança total ou parcial. Mais de 50% da ingestão calórica diária ocorre após as 19h.

O hábito alimentar diurno é considerado dentro dos padrões normais.

Tais sintomas devem estar presentes por pelo menos três meses e não ocorrer na presença de diagnóstico de BN ou TCAP.

Todo transtorno alimentar deve ser acompanhado de nutricionista, psiquiatra e psicólogo, todos especialistas na área.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Compulsão: um devorador dentro de mim

A mudança necessária para interromper esses episódios demanda equipe especializada

ansiedade


Toda semana um paciente novo agenda um horário para falar de sua dor, a dor de induzir o vômito, de colocar para fora grandes quantidades de comidas que engoliu sem ao menos sentir o sabor. Podemos descrever esses relatos como orgias alimentares, muitas das quais ocorrem durante o dia, outras na sombra da noite, onde ninguém presencia.

O sentimento de culpa e raiva afloram nesses discursos, não faltam explicações racionais para o que pensou no momento em que passou na padaria, ou mesmo no posto de gasolina, até pelo armário da cozinha. Conseguem compreender o que sentiram ao se afundarem na comida, na paz que esse momento proporciona, mas não sabem como frear esse comportamento compulsivo que toma conta de seu ser, como um monstro interior que vem dominar sua cabeça e seu estômago.

A compulsão é assim, ela tem o poder de tirar o equilíbrio de uma pessoa, essa se planeja o dia todo para comer corretamente, mas quando se dá conta está se sentindo empanturrada de tanto comer. O desespero bate quando a doença já está instalada, são poucas as pessoas que buscam o tratamento no início do problema.

Dietas restritivas são os maiores disparadores desse transtorno, seguido de situações emocionais e químicos que contribuem para que esse comportamento se torne recorrente. A busca por um ideal de corpo na grande maioria das vezes inalcançável favorece o processo, virando um circulo vicioso que poucos saem ilesos.

A psicoterapia aliada com a hipnose Ericksoniana são duas formas possíveis de se tratar esse transtorno, facilitando que se coloque para fora o que é indigesto, onde se aprende a digerir a quantidade certa de comida e situações que levam ao quadro de transtorno alimentar.

Não despreze os sinais de compulsão, quando esses quadros acontecem pelo menos duas vezes na semana por um período de seis meses já é diagnosticado como transtorno de compulsão alimentar periódico. Em muitos casos é necessário o acompanhamento de um psiquiatra especializado na área, além do profissional nutricionista.

A dor da falta de controle sobre seu desejo e seu corpo pode ferir de forma assustadora, levando muitas pessoas à baixa autoestima, falta de confiança e impotência.