terça-feira, 7 de maio de 2013

Após perder 45 kg, jovem vence luta contra balança e vira personal





Michael Arkous perdeu 45 kg com mudança na alimentação e exercícios Foto: Reprodução
Michael Arkous perdeu 45 kg com mudança na alimentação e exercícios
Foto: Reprodução
Michael Arkous, de 25 anos, começou a ganhar peso na época de escola, quando sofria bullying, não tinha amigos e descontava todo o seu estresse nada comida. “Eu me consolava com pizza, fast food, doces e refrigerante. Eu comia uma pizza inteira de uma só vez”, contou ele ao Huffington Post. Com isso, além das notas mais baixas, ele também viu o ponteiro da balança subir e apontar 150 kg.

O excesso de peso fez com que ele tivesse problemas de saúde e sociais por muito tempo, principalmente durante a adolescência. “Eu acordei uma manhã em desespero total. Era um adulto e  não tinha nada. Sabia que meu peso era uma grande parte do problema, então decidi fazer algo para mudar isso”, relembra.


A partir disso, ele decidiu jogar basquete todos os dias. Mesmo sem resistência no início, Michael foi insistente e viu que seu desempenho e resistência começaram melhorar. “Eu também comecei a andar e, depois de um tempo, a correr. Minha capacidade de fazer exercícios estava ficando melhor a cada dia. Melhorei minha alimentação, passei a contar calorias e incluí frutas e legumes frescos na minha dieta”, conta.

Desde então, ele fez a prática de exercícios um estilo de vida. Quando não pode sair de casa, por conta de chuva ou qualquer outro fator, faz polichinelos ou pedala na bicicleta ergométrica. Com esse ritmo, eliminou 45 kg sem a ajuda de um profissional, plano de dieta comercial ou medicamentos.

“Tudo isso me inspirou a ter uma carreira de sucesso. Eu comecei a trabalhar como personal trainer formado pela Academia Nacional de Medicina Desportiva (NASM). Assim eu aprendi muito sobre a biologia e a química de como obter e manter um corpo saudável. Antes da minha mudança de vida, sentia que não tinha nada a trazer a acrescentar para o mercado de trabalho. E agora, tudo o que eu aprendi, coloquei em prática comigo e com meus clientes”, relevou.

Hoje, Michael sabe como os quilos a menos influenciam todos os aspectos da vida. “Eu me sinto mais experiente e confiante. Posso caber em roupas de tamanho normal. Mais importante, eu posso ajudar outras pessoas que se sentem sem esperança sobre seus problemas corporais”.

 http://saude.terra.com.br/dietas/apos-perder-45-kg-jovem-vence-luta-contra-balanca-e-vira-personal,7c5f8dc81e07e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Beleza, um conceito distorcido


Aumento do número de pessoas com transtornos alimentares em função de um falso ideal de beleza é preocupante


beleza um conceito distorcido Beleza, um conceito distorcido

Nunca foi tão marcante em toda a história da humanidade, o culto ao corpo magro. O aumento de casos de transtornos alimentares é significativo em pessoas com o peso normal e bonitas.

Observo diversas mulheres com dificuldades de se vestirem, querendo e procurando se sentirem bem, mas sem opções, a não ser lojas especializadas para obesos. Roupas com tamanhos reduzidos, pessoas que se deprimem frente à falta de opção na hora de realizarem suas compras.

Movimentos vem acontecendo contra esse falso conceito de beleza, como as meninas plus size, que nos mostram como serem charmosas e felizes com seus corpos cheinhos.

Porém no outro extremo desse movimento, temos inúmeras mulheres insatisfeitas com seu corpo, desesperadas em busca de um ideal de beleza impossível. Estas com sua autoestima bem fragilizadas recorrem a medicações, rituais de alimentação radicais, como jejuns prolongados, ou mesmo ingerindo quantidades mínimas de comida, o que as impede de manter um comportamento alimentar saudável. 

O processo de se buscar um “eu ideal”, um jeito de ser fora do padrão real. Em função dessa construção imaginária, saem em busca de fórmulas mágicas na idealização de serem felizes. Essas imagens nos são passadas pela televisão, revistas, invadindo nossas vidas, todos os dias.

A Universidade Federal de São Paulo realizou uma pesquisa com 133 praticantes de ginástica olímpica, nadadoras e garotas que fazem aulas de educação física na escola, entre 11 e 19 anos de idade. Resultado: 74% das ginastas, 56% das nadadoras e 58% das demais confessaram o temor. Não é a toa que elas comem menos do que deveriam – 41% das ginastas fazem dieta, por exemplo. No cardápio da maioria faltam cálcio e carboidrato. Pais devem ter atenção com a alimentação dos filhos, pois uma má alimentação quando jovem pode trazer problemas quando adulto.

Vale ressaltar que o corpo ideal é aquele que é adequado para nossa estrutura física, que nos faz sentir bem, preservando a saúde. O momento é de reavaliação de conceitos, e também de se permitir ser nós mesmos, de lidarmos com nossas questões emocionais de forma adequada.

É fundamental que se procure avaliar o conceito de beleza, e procurar se necessário, ajuda especializada para desenvolver autoestima, e aprender que cada um tem sua própria beleza, do qual a faz ser única e especial.

 http://www.dicasdemulher.com.br/beleza-um-conceito-distorcido/

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Beleza e autoestima



Um conceito a ser reavaliado e modificado para alcançar o bem-estar e saúde


beleza e autoestima Beleza e autoestima
Vivemos em um país onde existem mulheres belíssimas, porém com corpos diferentes. Estamos falando de portes físicos dos mais variados: mulheres altas e magras, altas e gordas, magras e baixas, corpo maçã ou pera.

Mesmo com a grande diversidade de corpos femininos, as fábricas criam roupas genéricas. Existem tantas variações de altura, peso, que fica impossível sentir-se confortável dentro de um tamanho único, ou mesmo em tamanhos cada vez mais reduzidos.

Assistimos desfiles de moda, vemos nas vitrines roupas maravilhosas que só terão bom caimento em corpos magérrimos. Isso frustra, irrita, causa depressão em muitas mulheres, pois se sentem diferentes, inadequadas, gordas, quando na verdade são belas, com formas e curvas femininas.

Estamos expostos e vulneráveis a cultura do corpo belo, magro, que vem representada pela nossa interação com o ambiente, nos forçando a uma avaliação constante de como estamos, das nossas formas. A demanda social, nos pressiona a ir em busca deste corpo dito perfeito, criando um desejo, uma busca desenfreada e irreal do corpo ideal.

De forma geral, a baixa autoestima pode acarretar uma série de dificuldades emocionais, pois cada pessoa tem uma avaliação subjetiva que faz de si mesmo, que pode ser positiva ou negativa. Uma relação de intimidade, de poder acreditar em sua potencialidade, seu valor pessoal, acreditar e confiar em si mesma.

Porém, na grande maioria das vezes, acabamos por desenvolver uma baixa estima, o que nos torna insegura, com sentimentos de incapacidade, de menos valia. Tudo o que fazemos é resultado do que acreditamos ser, por isso o autoconhecimento é de fundamental importância para aumentar a autoestima.

Sendo assim, confiar em si mesmo, ouvir sua intuição, acreditar em sua voz interior, respeitar seus limites, reconhecer seus valores, expressar seus sentimentos sem medo, sentir-se competente, capaz e se tornar independente da aprovação dos outros, faz com que nossa autoestima se eleve. Entretanto, este é um processo gradativo que exige trabalho e conscientização.

A Psicoterapia é um processo fundamental nesse contexto, sendo conduzido por um psicólogo que desenvolverá um trabalho que visa ampliar a consciência que a pessoa tem de si mesma, aprendendo com seus sintomas e se desenvolvendo como pessoa. É uma ferramenta eficaz para trabalhar padrões de comportamentos, aspectos de personalidade e funcionamentos que não lhe trazem benefícios em sua vida sejam pessoal ou profissional.

 http://www.dicasdemulher.com.br/beleza-e-autoestima/

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Disciplina e organização são essenciais para a perda de peso

Estabilidade emocional também contribui para que não haja excessos alimentares



Todo processo de perda de peso vai exigir de você mudanças gradativas, principalmente quando falamos em reeducação alimentar. Porém, ficar se pesando ou contando as calorias dos alimentos dá um trabalho danado, o que aumenta a importância da utilização do bom senso em suas escolhas na hora de se servir.

Tudo em nossa vida precisa ter equilíbrio, pois quando damos muita ênfase a uma área de vida e deixamos outra de lado, sofremos as consequências posteriores. Lembre-se do exemplo do amigo que se dedica quase exclusivamente ao trabalho, para constatarmos o quanto se queixa de estar acima do peso, da namorada que caiu fora. Enfim, um quadro de desequilíbrio e falta de bom senso.

No decorrer do tempo, vamos adquirindo hábitos que nos impedem de agir de forma coerente. Temos como exemplo hábitos aprendidos e seguidos, que levam a alguma gratificação emocional, como o alívio da ansiedade, tristeza, solidão, angústia. 
Os gatilhos emocionais que levaram ao grande consumo de comida precisam ser trabalhados, evitando que esses mesmos comportamentos se repitam futuramente.
Com a comida não é diferente. Comemos sem pensar, e acabamos desencadeando um processo compulsivo que se perpetua de forma automática, revelando a falta de percepção que desenvolvemos muitas vezes em relação à alimentação.

A comida por ser uma fonte fácil de satisfação. Ela acaba sendo a forma mais rápida e prática de saciar nossas tristezas, dores emocionais, ansiedades, entre outros problemas que na grande maioria das vezes não sabemos detectar. Porém, nos sentimos aliviados somente no momento que ingerimos a comida. Os gatilhos emocionais que levaram ao grande consumo de comida precisam ser trabalhados, evitando que esses mesmos comportamentos se repitam futuramente.

Alguns aspectos são importantes nesse processo de emagrecimento, assim como o reconhecimento da necessidade da nossa implicação nessa batalha, como disciplina, organização e flexibilidade.

A disciplina e a organização estão sempre juntas. Precisamos desses dois aspectos na hora de se programar para ter em casa e no local de trabalho os alimentos, que devem ser adequados para realizar com qualidade as refeições e lanches necessários para efetivar o processo de reeducação alimentar. Ouço muitas vezes pessoas relatarem que acabaram comendo alguma porcaria por não terem em casa alimentos saudáveis. Vemos aí um exemplo de desorganização e de indisciplina. Ao escolher um dia da semana para ir ao mercado, você garante o sucesso do seu processo de perda de peso.  
Quanto à flexibilidade, vai precisar se adequar aos ambientes dos quais acaba frequentando, como uma reunião de negócios, uma festa de aniversário - aonde terão alimentos que não fazem parte de sua reeducação alimentar. Desta forma, vai precisar de seu emocional equilibrado, para que possa comer com parcimônia, e também respeitar os erros e acertos inerentes ao processo e emagrecimento. Nada como fazer um lanche leve antes de ir aos seus compromissos, pois facilitará na hora de escolher o que irá consumir nesses locais.

É de extrema importância nos comprometermos com o processo de perda de peso. Essa é a solução mais efetiva para colher bons resultados, evitando assim crises de compulsão e o desenvolvimento de transtornos alimentares.  

 http://minhavida.uol.com.br/saude/materias/13611-disciplina-e-organizacao-sao-essenciais-para-a-perda-de-peso