sexta-feira, 20 de maio de 2016
terça-feira, 29 de março de 2016
11° Turma do Curso Online de Cirurgia Bariátrica
Objetivo
O objetivo do curso online de Cirurgia
Bariátrica é deixar o profissional da saúde atualizado e capacitado para
trabalhar com essa população que recorre às cirurgias do estômago como
método de tratamento da obesidade.
Conteúdo Programático
- Tipos de cirurgias;
- Indicações para a cirurgia bariátrica;
- Psicologia na preparação e acompanhamento pré e pós cirurgia bariátrica;
- Responsabilidade do paciente na perda e manutenção do peso;
- Acompanhamento nutricional no pré e pós-operatório de cirurgias bariátricas;
- Avaliação nutricional: clínica, bioquímica e dietética, avaliação da perda de peso, identificação e tratamento das complicações nutricionais pós-cirurgia bariátrica;
- Gestação e cirurgia bariátrica;
- Suplementação indicada;
- Reganho de peso no pós operatório tardio;
- Cirurgias reparadoras de contorno corporal;
- Necessidades nutricionais específicas do paciente bariátrico submetidos à cirurgias reparadoras;
- Conduta Nutricional no Pré e Pós operatório das cirurgias reparadora;
- Manejo nutricional das complicações estéticas (alopecia, síndrome das unhas frágeis e flacidez dérmica);
E mais!
- Modelo de laudo nutricional;
- Tópicos abordados nas reuniões no pré operatório;
- Exemplos de cardápios;
- Estudos de casos (cirurgia bariátrica e cirurgias plásticas/reparadoras);
- Orientações nutricionais.
Acesse o link abaixo e realize sua inscrição:https://www.institutoanapaulapujol.com.br/iapp/produto/curso-online-cirurgia-bariatrica-2403-a-25042016-20-horas-cb001-11/
quinta-feira, 24 de março de 2016
quinta-feira, 10 de março de 2016
Terapia comportamental é aliada para perder peso e manter a forma
Ao lado de adequação alimentar e atividade física, a terapia comportamental cognitiva (TCC) tem impulsionado a perda de peso. Especialistas dizem que para emagrecer é preciso mudar a forma de pensar e, a partir daí, o modo de agir
Não é segredo para ninguém. Só emagrece quem diminui as calorias – com alimentação adequada ou atividade física, ou os dois juntos, o que é bem melhor. Mesmo quem se rende às dietas da moda – das sopas, das luas, dos médicos de sobrenome marcante e das celebridades, sabe, no fundo, as regras para ver a balança baixar. Mas não só com restrição e malhação se perde peso. É preciso colocar a cabeça a favor do processo. O emagrecimento exige mudança de comportamento e antes dele uma mudança cognitiva, uma transformação no jeito de pensar.
Não basta
virar a folhinha. O início de ano é marcado por proposições: vou fazer
dieta, entrar na academia, parar com a cerveja. Terminado o primeiro
mês, muita gente nem começou. Muita gente já desistiu. Para a
psicoterapeuta sistêmica Aline Rodrigues, tais promessas são alimentadas
por quem não quer desperdiçar o tempo novo para dar mais força a
alguma proposta. “Mas não é uma mudança de data que vai fazer
diferença. Com a virada do ano só se renova o desejo”, alerta a
psicóloga, que se dedica a programas de emagrecimento.
Para ler a matéria na íntegra: http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/02/02/noticia_saudeplena,147406/terapia-comportamental-e-aliada-para-perder-peso-e-manter-a-forma.shtml
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Síndrome alimentar noturna
A
primeira descrição da síndrome alimentar noturna (SAN) revelava uma
população de obesos que apresentava, especialmente em situações de
estresse, redução do apetite pela manhã, hiperfagia noturna e insônia
inicial, ou dificuldade em reiniciar o sono após despertares noturnos
para pequenos lanches.
Ainda não há critérios diagnósticos totalmente estabelecidos para
SAN, mas sabe-se que é primariamente caracterizada por episódios de
exageros alimentares entre o horário do jantar e o início do sono,
acompanhado de pelo menos um episódio de ingestão alimentar durante
despertares noturnos, sempre com lembrança total ou parcial. Mais de 50%
da ingestão calórica diária ocorre após as 19h.
O hábito alimentar
diurno é considerado dentro dos padrões normais.
Tais sintomas devem estar presentes por pelo menos três meses e não ocorrer na presença de diagnóstico de BN ou TCAP.
Todo transtorno alimentar deve ser acompanhado de nutricionista, psiquiatra e psicólogo, todos especialistas na área.
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