quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Resultado do sorteio

Bom dia blogueiras amigas..

Hoje é dia do resultado do sorteio e a sortuda é a Dezinha - Demarcina Kalata Weinheimer
Blog - http://embuscadesentido12.blogspot.com.br/

Parabéns!!! Espero que a leitura do livro ajude muito na aquisição de comportamentos magros e qualidade de vida.

Por favor, me enviei por e-mail seu endereço completo - contato@lucianakotaka.com.br

Um beijo a todas participantes, logo farei outro sortei, aguardem !

Luciana Kotaka


Estou triste e como




Como esses relatos são comuns, porque será que comemos quando estamos tristes?

Porém o contrário também é verdade, se estamos acima do peso também temos uma tendência a comer mais, pois afeta nossa auto imagem, nos achamos cada vez maiores, e isto desanima muito.

Nesse processo o que acaba acontecendo é um ciclo contínuo, onde um leva ao outro, tirando toda motivação para seguirmos com nossa reeducação alimentar.

Precisamos nesse momento em que detectamos que agimos assim criar forças para mudar, e nada melhor do que traçarmos metas reais e alcançaveis, para que desta forma seja possível valorizarmos cada passo alcançado, percebendo o sucesso de nosso empenho.

Como o peso é algo que carregamos, é preciso ver aonde erramos, se é somente algo decorrente de uma má alimentação (calorias vazias) ou  se outros gatilhos emocionais.

Quando sentimos que descontamos na comida nossas tristezas é prciso aprender a separar isso da comida, e desenvolvermos alguns comportamentos para sair desse ciclo.

Desta forma cada um vai ter que achar uma forma de afastar o mal estar:

- ampliar o circulo de amizades;
- sair a noite, ir ao cinema,dançar;
- ligar para uma amiga nessa hora em que a tristeza bate;
- tomar um banho relaxante para que possa sentir-se melhor e no controle da situação;
- não guardar em casa alimentos que pode colocar a RA a perder
- outros a serem desenvolvidos como estratégia.

Afinal, temos que aprender a colocar as emoções nos lugares certos, nada de preencher o que não está bem com a comida, lembrem-se disso.

Um beijo
Luciana Kotaka

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Ansiedade é um dos fatores que podem desencadear obesidade


Sintomas emocionais podem criar desequilíbrio alimentar


Como a ansiedade é uma característica biológica, todo ser humano está sujeito a sentir e acaba passando por momentos de medo, perigo ou tensão. O sintoma vem marcado por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração acelerado, transpiração, entre outras.

Na vida agitada, a correria, a pressão e o estresse, acabam somando-se e torna a ansiedade algo corriqueiro em nossas vidas. Dependendo do grau ou frequência da mesma, pode se tornar uma doença patológica e acarretar muitos problemas posteriores. A relação entre esse sintoma e o medo é muito próxima, de forma que o indivíduo acaba tendo receio de encarar situações diferenciadas em sua vida, evitando ao máximo pelo menos tentar mudar.

Quando nos sentimos ansiosos, ficamos inquietos, interferindo em determinados comportamentos corriqueiros do dia a dia, como por exemplo, a alimentação. Quando isso ocorre, algumas pessoas desenvolvem a superalimentação como forma de amenizar alguns sentimentos desagradáveis, na grande maioria das vezes, de forma inconsciente.

Acaba por desencadear comportamentos como forma de compensar situações como estresse, cansaço, solidão, ansiedade, tristeza, raiva, comendo, podendo gerar um quadro de sobrepeso/obesidade pelo excessos alimentares cometidos.

Nesse processo, o paciente se torna o autor de seu emagrecimento, pois aprenderá a compreender sua história com a obesidade, equilibrar suas emoções, mudar comportamentos, elevando sua autoestima, visando desenvolver uma relação adequada com a comida e consequentemente, com seu corpo e sua saúde.

Quando desenvolvemos um comportamento alimentar magro, adquirimos vários instrumentos, que visam a aquisição de um comportamento alimentar adequado, e um estado emocional equilibrado. Cada um deve ser o autor de seu processo de emagrecimento, o que o torna responsável e não sujeito passivo nesse processo que tão complexo que é a obesidade. É importante que se aprenda a desenvolver uma relação adequada com a comida e com seu peso.

Desta forma, a psicologia vem desempenhar um importante aliado para se trabalhar a obesidade, vindo complementar o trabalho de outros profissionais da área de saúde. O trabalho focado na obesidade vem contribuir de forma efetiva, para que as pessoas emagreçam, possam se manter magras, aprendendo a lidar como efeito sanfona.

 http://www.dicasdemulher.com.br/ansiedade-e-um-dos-fatores-que-podem-desencadear-obesidade/

E aí meninas, vocês acham que a ansiedade é um vilão na sua alimentação?
Como se pode mudar isso?
Deixe seu comentário, irei responder.
Bjs
Luciana Kotaka

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Dez dicas de emagrecimento





1-Pratique o bom senso

Não existem tratamentos mágicos, e fazer jejum jamais, pois ficar sem comer não emagrece.

2-Informe-se

Entenda as consequências do excesso de gordura para sua saúde e os porquês de cada atitude proposta para perder os quilinhos a mais.

3-Reflexão

Buscar dentro de si as causas que o levaram a engordar vai ajudar a atacar a raiz do problema. Observe seus hábitos diários e corrija gradativamente a sua atitude em relação à alimentação.

4-Tenha paciência

Programe resultados para médio e longo prazo. As recompensas da eliminação de peso serão mais saúde, qualidade de vida e beleza física, nesta ordem.

5- Mantenham-se motivado

Acredite! Sentir-se capaz vai te dar força para não aceitar pressões, ter sempre atitudes positivas e manter-se entusiasmado. Visualize-se sempre magro, alegre e saudável.

6- Seja criativo

Use a imaginação para deixar seu prato colorido, isso o tornará mais atraente e saudável. Encontre uma distração ou hobby para desviar sua atenção da comida.

7-Programe resultados

Estabeleça metas semanais: é indispensável que elas sejam realistas e jamais representem planos impossíveis de ser alcançados. Emagrecer é muito mais do que se alimentar corretamente, é adotar um estilo de vida.

8-Ame-se

A decisão de emagrecer tem que partir de você, não faça nada para agradar aos outros. Cuide de sua aparência, sentir-se bonito e atraente vai animá-lo a prosseguir com a reeducação alimentar.

9-Discipline-se

Coma de tudo, mas sem comer tudo. Aprenda a seguir regras e rejeitar tentações. Mastigue devagar, prestando a atenção a tudo que come, procurando distinguir o sabor de cada alimento.

10-Adote hábitos saudáveis

Procure uma atividade física que lhe dê prazer e pratique-a regularmente; beba muita água e não se esqueça de cuidar da cabeça e do coração. Seu estado de espírito tem tudo a ver com o sucesso de sua reeducação alimentar.

Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica
Especialista em Obesidade e Transtornos Alimentares

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Sorteio - Últimos dias

Olá amigas (os)

Dia 28 será o sorteio do livro "Comportamento Magro com Saúde e Prazer".



Para quem não conhece, vai um breve resumo do livro:


Se desejar uma dieta da moda busque uma revista, se desejar receitas light e diet, compre um livro de culinária. Se o seu desejo seja entender o comportamento alimentar, e como o alimento se torna uma válvula de escape permitida, você está com a obra certa em suas mãos. Nesse livro a nossa prática clínica é ilustrada com casos de sucesso, mostrando que o emagrecimento é uma conseqüência e não o primeiro objetivo principal. O processo terapêutico de auto percepção somado aos conhecimentos da nutrição, são transformados em prática, tornado-se em hábitos saudáveis, levando com sucesso, a um corpo mais feliz, com mais saúde e magro.


O sorteio se encerra no dia 27 as 00:00.
Para quem ainda não está concorrendo, é só deixar o nome e o nome do blog, pois farei um sorteio simples mesmo, a moda antiga, no papelzinho.

Um beijo e boa sorte
Luciana Kotaka








Emagreça comportando-se magro





A perda de peso hoje se tornou uns dos objetivos mais cobiçados pelas mulheres, de forma que, não sendo magra, não existe felicidade.

Diante deste caos que se instalou hoje na nossa sociedade, na busca do corpo magro, recebemos o pedido de milhares de mulheres obcecadas pela idéia de perder peso, mas não percebem que a solução, muitas vezes, depende somente de comportamentos que escolhemos ter em nosso dia a dia, quando nos relacionamos com a comida. 

Pensar, agir, comer, desenvolver comportamentos magros, é o primeiro passo para perdermos peso e tornar a manutenção do corpo magro, concreto.

Mas esse processo que parece tão simples, na verdade exige a aprendizagem de novas condutas de comportamento:

- Ao decidir perder peso, trace metas realistas, para que tenha tempo de se familiarizar com novas propostas alimentares, e não desista com facilidade. Coloque um prazo, e se proponha a perder peso devagar, conseguindo assim, manter o peso perdido, a cada mês. Lembre-se, perder peso é fácil, o difícil é mantê-lo;

- Faça trocas de forma consciente. Não sinta pena de você pelas suas escolhas, pense que é uma opção sua alcançar o peso que fará sentir-se bem, e esse processo, depende somente de seus comportamentos em relação à comida;

- Ao servir seu prato, abrir a geladeira, parar em um local para comer, lembre-se de se perguntar: Estou com fome, ou estou com vontade de comer?

Fome é uma sensação estranha, que você sente, e para saciá-la qualquer alimento serve, mas a vontade de comer é diferente, uma sensação sem explicação certa, onde mesmo comendo, continuamos querendo mais e escolhemos o que comer, como por exemplo, uma pizza, chocolate.

É importante pensar, e caso seja só vontade de comer, experimente um banho relaxante, dar aquele telefonema para uma amiga que há tempo não vê, tome um copo de água, converse com os filhos, marido, namorado, e pense no que está sentindo, para que não use a comida de forma a engordar e satisfazer uma necessidade que não é a de nutrição e sim de amenizar alguma sensação ruim ou situação desagradável que está sentindo no momento;

- Anote suas refeições, o horário, a quantidade, e com quem está, com o objetivo de identificar os sentimentos relacionados com a quantidade de comida ingerida, e a situação ao qual se encontra na hora de comer;

- Sempre que possível suba escadas, pare o carro longe do local que pretende ir, aproveitando para caminhar, leve seu cão para passear, ande de bicicleta, dance, entre outras atividades que lhe dão prazer.

O processo de aquisição de novos comportamentos pode ser alcançado através de um programa de emagrecimento, onde o paciente desenvolverá um repertório de comportamentos, do qual ele aplicará em sua rotina alimentar, de forma adequada a sua realidade, assim emagrecendo e mantendo o peso almejado. Este trabalho visa cuidar das questões emocionais relacionados com o sobrepeso/obesidade.

Lembre-se, não existe mágica, existe sim, a opção de se buscar uma melhor relação com seu peso, com você e com sua auto-estima.

Ser feliz é sentir-se bem, com seu corpo e sua mente, respeitando seu biótipo corporal, idade e histórico em relação a sua saúde e ao seu peso. 

Luciana Kotaka

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

O que faz o emagrecimento acontecer

bv
Esse assunto é sempre cercado de muita polêmica, em função da publicidade excessiva em torno da perda de peso.

Mas existem dados concretos que vivenciamos na prática clínica sobre esse assunto:

Quando encaramos o emagrecimento como ganho e não como perda
Mas como isso podem se perguntar? Emagrecer faz parte de um processo de novas aquisições comportamentais, tanto práticas como forma de comer corretamente e o que ingerir, como também emocionais, que são formas de lidar com suas angústias,ansiedade, enfim, formas que a levam comer como forma de compensação.

Mudanças internas e não só corporais
Nossa vida é muito complexa, temos relações profissionais, familiares, amigos, enfim, mudar significa adquirir novos comportamento e viver bem com todas situações que envolvem nossa vida, e não só com nosso corpo, afinal, estar infeliz no seu emprego e engolir sapos por não conseguir impor respeito a sua pessoa , também contribui para aumentar sua tristeza levando a uma maior tendência a comer em excesso.

Falar o que sente
Hum, como é frequente essas queixas…. temos medo de expressar o que sentimos, nos colocar, defender, falar sobre nosso desejo….Essa é uma questão de grande importância, que é presente em grande parte das pessoas com sobrepeso/obesidade. Aprender a dizer não quero, não posso, ou mesmo eu quero, eu vou, quando se é contrariada, é um enorme passo a ser conquistado.

Tolerar frustração
 Será que sabemos lidar com nossos limites? Um bom exemplo da dificuldade em lidar com a frustração é emagrecer de forma lenta e adequada. Buscamos a perda depeso rápida e de forma mágica, como se resolver a forma de lidar com nosso corpo e com nossas emoções fosse assim tão simples. A psicoterapia é um grande aliado nesse processo, para que possa obter recursos para lidar com os limites da vida e do seu corpo.

Capacidade de autonomia
Você consegue dar conta de você e do seu processo de emagrecimento? O quanto tem iniciativa de ir comprar seus alimentos, organizar sua alimentação para levar para o trabalho, ou mesmo, despreendimento para buscar realizar seus desejos projetos, enfim, buscar vivenciar situações de forma ser responsável por seus atos e consequências.

Vale refletir e identificar quais dos aspectos acima precisa ser alcançado, o que facilitará na busca de suas realizações.

Luciana Kotaka
Emagrecimento e Manutenção de Peso
Transtornos Alimentares
Curitiba -PR

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Identificando comportamentos de autossabotagem

Percepção a respeito de si mesmo leva a comportamentos assertivos

Por Luciana Kotaka

Vivemos um mundo real, e sendo pessoas reais é impossível colher resultados matemáticos, pois nosso corpo, nosso desejo, não funciona desta forma.

 Nesse movimento imediatista em que vivemos, muitas vezes nos obrigamos a deixar de comer e esperar uma perda de peso significativa, pois somente desta forma nos sentimos realizados. Muita muitas vezes ainda frustrados, como se devêssemos perder muito mais do que nosso corpo poderia sustentar.

Não aceitamos a ideia da perda saudável, onde precisamos nos implicar no processo ativamente assusta, pois lidamos com nossa impotência, o medo de não dar conta, de encarar os acertos e os erros, mas o importante é nossa capacidade de levantar e prosseguir o caminho.

Desta forma a sabotagem fica presente, e a utilizamos sempre que nos convêm. Por isso quando caímos, ficamos no chão, estatelados, lambuzados de calorias, imersos na tristeza e na culpa.
Tentar muda o foco é imprescindível, pois caímos, e devemos levantar e seguir outro caminho. 

Existem caminhos em nossa vida que nos fazem sentir segurança, onde nossa autoestima se fortalece, e assim optamos por uma alimentação e estilo de vida mais saudáveis.

Abaixo algumas dicas que levam à sabotagem:

O pesar-se diariamente pode ter efeito inverso ao invés de te auxiliar na perda de peso. Temos que levar em consideração quanto ingerimos de líquidos durante o dia se está ou não perto do ciclo menstrual, de como anda o funcionamento do nosso intestino, do peso dos alimentos que ingerimos. 

Enfim, muitas são as possibilidades que estarão regulando nosso peso diário, sendo inútil se submeter a esse estresse. Isso só vai aumentar a ansiedade e, consequentemente, a vontade de comer mais.

O costume de beliscar os alimentos durante a preparação das refeições pode aumentar muito o seu peso corpóreo. Quem come pequenas porções de alimento, várias vezes ao dia, compromete a saciedade, pois quem tem esse comportamento nunca tem fome suficiente para comer uma refeição, e também nunca está totalmente sem fome para recusar as famosas guloseimas.

Esse modelo alimentar gera uma falta de saciedade crônica e a ingestão de grandes volumes de pequenas porções de alimentos, que, quando somadas resultam em muito mais calorias do que se ingere nas refeições convencionais e adequadas.

Muitas pessoas relatam que não percebem o quanto comeram durante o dia, comem distraídas. Essa forma de se alimentar é na verdade uma parceria com a sabotagem, pois ao se desligarem do processo a culpa desaparece, sendo então aliviadas do peso da culpa pelo o que ingeriram em excesso.

Uma forma eficaz de resolver essa situação e não enganar a si mesma é fazendo o diário alimentar, pois assim registrará tudo o que ingeriu durante o dia, podendo enxergar concretamente onde estão os erros cometidos. Vale comprar uma cadernetinha para levar dentro da bolsa (junto a uma caneta), fazendo desse acessório um aliado no seu emagrecimento.

Cuidar da dieta durante e a semana e fim de semana vou liberar – Quem já não viveu ou pensou desta maneira em algum momento de seu processo de perda de peso? Esse é uns dos erros mais comuns em uma reeducação alimentar. A alimentação saudável deve ser contínua, e quando almejamos a perda de peso aí sim devemos encarar com regra básica. Comer corretamente todos os dias, respeitando a qualidade e variedade dos alimentos, e o intervalo de três em três horas é fundamental para a perda de peso.

Isso não quer dizer que não possamos nos permitir a uma sobremesa, ou a uma massa que aprecie, somente que não deve liberar geral, pois o que se perde durante a semana se recupera em um fim de semana rapidamente, levando água abaixo seu processo de reeducação.

Essa história de fazer jejum ao contrário do que muitos pensam, diminui o ritmo do metabolismo, as funções ficam mais lentas, nosso intestino emperra, além de uma série de carências nutricionais.
Como ninguém consegue jejuar por muito tempo, pois a fome vai aumentando gradativamente, o corpo irá exigir uma compensação após um período de longa privação e vai aproveitar tudo o que faltou até então para repor suas perdas, o que significa que você vai engordar. O organismo que aprendeu viver com pouquíssimas calorias vai armazenar tudo o que vier a mais e estocar esse excesso em forma de gordura.

Usar laxantes, diuréticos e mesmo do vômito autoinduzido é arriscado e não tem eficácia na perda de peso. Percebemos com frequência que o sujeito acredita que pode eliminar com a utilização desses métodos toda comida ingerida, e utiliza a purgação como forma de compensação, como se com esse comportamento fosse realmente eliminar não só a grande quantidade de calorias que ingeriu, mas também diminuir sua culpa.

Esse ciclo se torna uma rotina, e quando o sujeito se propõe a romper com esses comportamentos, acabam por se frustrarem, sentem-se humilhados e acabam por reiniciar ciclo bulímico, estabelecendo assim uma doença, que requer tratamento psiquiátrico, psicológico e nutricional.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Mulheres engordam mais após casamento e homens após divórcio


Cultivar hábitos saudáveis desde o início do relacionamento dificulta perda de peso

No Brasil, percebemos que após o casamento homens e mulheres tendem a ganhar mais peso. Neste aspecto, o sexo feminino está no topo da lista e não é necessário fazer nenhuma grande pesquisa para identificar tal fato. Basta prestarmos atenção as pessoas nos shoppings, nas ruas e em nosso ambiente de trabalho.

Grande parte das mulheres também engorda ainda mais após o nascimento de seus filhos e muitos são os fatores que contribuem para isso, desde fatores ambientais e comportamentais até fatores orgânicos.

Quando casamos assumimos uma nova identidade e passamos a viver a vida de forma compartilhada, o que implica em mudanças de hábitos alimentares e também de adaptação ao outro. Essa realidade que se abre também pode revelar uma acomodação de ambas as partes, uma vez que a fase de conquista passou e agora o casal aproveite o período de união.
A ansiedade pode tomar conta e comer é uma forma de aliviar a tensão.
Também é um momento de curtir a vida a dois e isso implica assistir filmes juntos, acompanhados de pipocas, salgadinhos e petiscos, além, é claro, de realizar jantares a dois. A comida se torna um complemento das atividades desta nova fase da vida.

As mulheres começam a assumir novas tarefas, cuidando de casa, trabalhando fora, e ainda levando seus filhos para escola. Com tantas atividades extras elas acabam se dividindo em muitas, tornando-se multifuncionais. A ansiedade pode tomar conta e comer é uma forma de aliviar a tensão. Embora o alívio seja momentâneo, ele acaba sendo uma saída eficaz. Comer por desejo e não por fome contribui de forma significativa para o aumento do peso corporal.

Sem tempo para cuidar de si e com muitas atividades para serem cumpridas, as mulheres acabam deixando de lado as atividades que gastam energia, como caminhada, corridas, natação e dança.
Na correria do dia a dia, o mais prático acaba ganhando espaço, isto é, lanches rápidos e comidas prontas congeladas.
Uma pesquisa realizada na Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, constatou que mulheres tendem a ganhar mais peso durante o casamento, enquanto que os homens engordam mais após o divórcio. Os dados do estudo foram apresentados no Encontro Anual da Associação de Sociologia Norte-Americana, que ocorreu no último dia 22 de agosto, em Las Vegas.

Foram analisadas 10.071 pessoas, catalogadas pelo NLS, entre 1986 e 2008. Acompanhadas pelo estudo, elas tiveram seu peso marcado após dois anos do divórcio ou após o casamento.

Quando estamos conversando com um grupo de mulheres, a queixa do aumento do peso corporal sempre aparece. Os relatos sempre chegam acompanhados pelo excesso de atividades assumidas, falta de tempo, cansaço e falta de estímulo para cuidarem do corpo e da alimentação. Na correria do dia a dia, o mais prático acaba ganhando espaço, isto é, lanches rápidos e comidas prontas congeladas. Tudo corrobora para o ganho de tempo e para o abrandamento da sobrecarga de tarefas a serem realizadas.
Tentativas de perder peso são inúmeras, mas na maior parte das vezes elas são realizadas sem acompanhamento de profissionais especializados, o que acaba gerando um efeito sanfona. Os indivíduos permanecem um tempo magros e, na sequência, voltam a engordar.

Sabemos o quanto é difícil retomar a rotina de cuidados quando se está sobrecarregada, gerando conflitos e até culpa nas mulheres. É fundamental que passemos a cuidar desse aspecto, procurando desde o início do casamento adotar um estilo de vida saudável.

 http://minhavida.uol.com.br/saude/materias/13875-mulheres-engordam-mais-apos-casamento-e-homens-apos-divorcio

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Tempo para cuidar de você


Esse nosso tempo, passa tão rápido que nem percebemos...

Muitas vezes nem nos damos conta de como ele corre, e com ele vai nossos sonhos, desejos...

Qual é o tempo que tem se dado? Essa questão é muito importante, vamos avaliar?

Faz quanto tempo que você:

- Se permitiu dormir uma tarde toda;

- Fez as unhas;

-Se deu uma massagem de presente por nada, só por prazer;

- Ficou deitada na rede lendo um bom livro;

- Deixou as cças com marido ou esposa para ter um dia só para si mesma(o);

- Quanto tem sobrado de tempo para se olhar no espelho, ir a academia, comprar um roupa nova?

O tempo passa, e muitas vezes perdemos a oportunidade de sermos felizes, perdemos o tempo que faria uma diferença enorme para nossa auto estima, para a construção de alguns desejos, sonhos...

Proposta de hoje: Faça uma lista de coisas que vem adiando, e coloque datas para realização delas.
Não esqueça que o futuro é daqui há 1 minuto, e não somente daqui há um ano.

Beijos 
Luciana Kotaka

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Recomeçar...sempre


  
Na nossa vida, existem muitos pontos de conflito que acabamos por deixar de lado.Vamos passando por cima de muitas situações, obrigações, desejos, enfim, de nós mesmos, por não estarmos prontos, preparados para resolvermos uma determinada situação.

Vivemos com pressa , e não temos tempo ou não queremos olhar para o que tem nos feito mal, então erguemos o tapete e jogamos deliberadamente a sujeira que está no chão debaixo dele .

Atire a primeira pedra quem nunca fez isso, em algum momento da vida! Todos nós já fizemos isso ! Muitas vezes por falta de tempo, outras por falta de condições, e outras por não estarmos preparados para arrumar essa bagunça. 

Seja qual for a resposta, a verdade é que isso vai acontecer, e se esquecermos de erguer o tapete e limpar a bagunça que ficou escondida, essa bagunça vai ficar grudada no chão, cravada, mas um dia vamos ter que criar coragem e fazer uma faxina , ou podemos fazer de conta que ela não existe e continuar jogando a sujeira debaixo do tapete.

Mas se paramos para refletir , qual será a relação da obesidade, com essa sujeira toda que deixamos escondido de nossos olhos?

Temos muito a  pensar, refletir!

O que a comida vem tapar, preencher ou será amortecer ?

Claro que a obesidade é multifatorial, mas estou analisando a relação do emocional nesse processo, na queixas frequentes que chegam, nos relatos, das dores, das angústias que vão se somando junto com a comida engolida, muitas vezes sem prazer, mas por uma necessidade de resolver, de resgatar um prazer ou um equilíbrio a custa de comportamentos que acabam sendo de auto agressão.

A importância de se trabalhar os aspectos emocionais em um processo de reeducação alimentar é indubitavelmente necessário, pois desta forma poderá canalizar sentimentos, emoções de forma assertiva, promovendo um resgate da auto estima, do respeito para com seu eu, com o seu corpo.

Emagrecer e permanecer magro, dentro do padrão de beleza pessoal, de acordo com seu biotipo, idade e história de vida, pois isso é o real, nossas heranças, traços e estruturas de nossa família.

Esse é o nosso eu, digno de respeito, de amor e de carinho e não fotos ou imagens de mulheres magérimas, que se maltratam, que sofrem, para se manterem dentro de um ideal de beleza.

Esse é a nossa meta, ser feliz com o nosso possível, dentro de um processo adequado e saudável.

Então lhes digo respondendo a pergunta acima: Por onde começar? Por você mesma!

Psicóloga Luciana Kotaka
CRP – 08/06502-1
Curitiba – PR

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Procuram-se mulheres de verdade

Foto ilustrativa, não é foto do projeto.

Há um projeto fotográfico que roda o país procurando a beleza de mulheres nuas e normais.  . Normais significa que não seguem o padrão estético das modelos.
A disseminação dessas imagens pode ter um impacto na saúde pública --e na felicidade de muita gente. Comento esse projeto, batizado de "Nu Project", estimulado pelo Carnaval.
O Carnaval ajuda a divulgar as vistosas mulheres que, para ter aquele corpo, são obrigadas a malhar muitas horas por dia e a comer pouco e, não raro, são esfaqueadas em cirurgias plásticas. Algo quase desumano.
Esses corpos esculturais servem para alimentar a baixa autoestima (e muitas vezes complexos) de quem tem um corpo normal, e saudável, mas vítimas da ditadura da estética, cultuada pelos meios de comunicação.
Nada contra --pelo contrário-- à beleza escultural. O que deveria incomodar é a perversidade de se achar que aquilo é o padrão, o que vem gerando uma sensação de desconforto generalizado, ainda mais nas adolescentes. Um desconforto que, como vemos nas estatísticas, produzem riscos à saúde.
O projeto mostra que é possível ser feliz e desejável (e saudável) com o corpo normal.
Gilberto Dimenstein Gilberto Dimenstein ganhou os principais prêmios destinados a jornalistas e escritores. Integra uma incubadora de projetos de Harvard (Advanced Leadership Initiative). Desenvolve o Catraca Livre, eleito o melhor blog de cidadania em língua portuguesa pela Deutsche Welle. É morador da Vila Madalena.

 http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gilbertodimenstein/1230000-procuram-se-mulheres-de-verdade.shtml


Achei super interessante esse projeto, e vocês, deixem sua opinião.

Um beijo
Luciana Kotaka 

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Ter amigas magras pode me ajudar a perder peso?



Hábitos alimentares podem se modificar dependendo do grupo em que se está inserido

ter amigas magras pode me ajudar a perder o peso Ter amigas magras pode me ajudar a perder peso?
Foto: Thinkstock

Em todo processo de desenvolvimento, desde que erámos bebês, os exemplos de nossos pais nos serviram de modelo para aquisição de determinados comportamentos. Vemos o quanto é fundamental que tenhamos dados de comparação – pai – mãe – para que assim possamos escolher com qual temos mais afinidade, ou mesmo para assimilar valores, conceitos para seguirmos em nossa vida.

Afinal, quando jovens, isso acaba mudando um pouco, deixamos de seguir o que tivemos como referência desde então, para se identificar com o comportamento da turma que estamos inseridos, seja no colégio ou em algum outro grupo.

Esse processo é totalmente normal, afinal começamos a comparar os valores passados e hábitos na nossa família, e começamos a confrontar com os dos amigos. Isso acontece e é muito saudável, afinal é o momento de cada indivíduo começar a formar uma visão mais ampliada do mundo a sua volta, fora da bolha segura que é o círculo familiar.

Nesse novo contexto em que a adolescência vai passando por transformações também está em jogo outras mudanças, pois começa a mudar o contorno corporal e também os aspectos sexuais de cada pessoa. Uma fase de descobrimento e de experimento, de como o corpo reage, as formas e contornos que vão adquirir, tudo isso vem alinhado com o processo alimentar e com genética familiar.

Alguns corpos serão mais magros, outros mais cheinhos, alguns com mais quadril, outros com abdômen mais saliente, e assim vai-se marcando as diferenças que de alguma forma determinam muitos aspectos importantes também da personalidade desses jovens.

Com essa fase a todo vapor, muitas meninas serão invejadas por seus corpos longilíneos e começa um desespero de querer também ter o corpo magro iguais as das amigas.

Até que ponto ter as amigas em forma serve como estímulo para se conseguir seguir uma dieta?

Acredito que para algumas mulheres pode sim servir de estímulo para perderem peso, mas em uma boa parcela dessas pessoas pode servir como um disparo para um rebaixamento da autoestima, já que para muitas que já tem um comportamento alimentar estabelecido dentro da rotina familiar, nem sempre conseguem mudar esse contexto, muitas vezes recorrendo a dietas mirabolantes para tentar perder ou manter um peso de forma inadequada.

Em outros momentos ocorre uma aceitação dessas diferenças onde essas mulheres se entregam a comodidade, simplesmente aceitando que são diferentes, não alcançando a motivação necessária para alcançar objetivo de se manterem magras.
Muitos são os motivos que estão por trás da gordura corporal, além dos fatores ambientais, temos a ociosidade própria desse momento, os fatores genéticos e também as emoções, que nesse momento estão em total confusão dentro da cabeça de cada pessoa.

Uma nova pesquisa da Universidade de Birmingham (Reino Unido) sugere que todos nós estamos inconscientemente influenciados pelos padrões de alimentação dos outros, desta forma o fato de estarmos inseridas em um contexto grupal mais magro pode sim ser um estímulo para comerem de forma mais saudável, isso porque de alguma forma influencia o fato de visualizar comidas que são mais leves, levando a uma mudança de comportamento alimentar.

 http://www.dicasdemulher.com.br/ter-amigas-magras-pode-me-ajudar-a-perder-peso/

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Descobrir motivo de compulsão por comida é vital para emagrecer


Muitas vezes, a necessidade de comer vem de carências



A compulsão é um grande tormento para milhares de pessoas que sofrem com o sobrepeso e obesidade. Quem nunca teve um momento de deslize e exagerou ao comer, não sabe a culpa e a auto-recriminação que as pessoas sentem quando acabam comendo em excesso.

A compulsão, segundo as autoras Angélica de Medeiros Claudino e Maria Teresa Zanella, é o termo utilizado para atos que o indivíduo se sente coagido internamente a realizar e, se não o fizer, haverá incremento da angústia.

Desta forma, podemos pensar em como a comida acaba levando a uma satisfação rápida, tanto de emoções, como de sentimentos angustiantes, pois é uma forma rápida de compensação e de alívio. 
O foco é identificar o que em você não está sendo bem canalizado, preenchido, e que a comida está tendo que tapar.
A forma de pensar gordo tem relação direta nesse aspecto, pois ao avaliarmos esses indivíduos, verificamos que os mesmos estabelecem uma relação de dependência a nível de satisfação, tanto corporal quanto pessoal.

O segredo é criar consciência do motivo que está comendo. Se está com fome, se come para acompanhar alguém, ou porque está descontando emoções na comida, e se perguntar sempre o porquê está comendo.

Diante desses questionamentos, o único caso que deve ser resolvido com comida é a fome. Se estiver triste chore; se está ansioso, tome um banho, relaxe, respire fundo. O importante é vivenciar as emoções e resolver cada uma delas com a solução mais adequada, isto é, permitir sentir o que está acontecendo e procurar resolver da forma mais assertiva, que com certeza não será a comida.

A partir daí, você vai começar a perceber a diferença entre fome-física e fome-emocional, e vencer a compulsão. Essa percepção e o reconhecimento das duas situações distintas abrem seu leque de opções, dando instrumentos para lidar melhor com essas situações.

É você quem vai decidir se come ou não come, é você que tem que ter o controle sobre seu corpo e emoções. Como comer é para a vida toda, é importante que aprenda a lidar com a comida, pois viver de regime é contraproducente e gera compulsão alimentar. 

Se mesmo depois de tomar todas as medidas necessárias para perder peso você não conseguir emagrecer por não ter mantido as orientações, procure um psicólogo para poder compartilhar e solucionar aquilo que não está determinado apenas na necessidade orgânica de se alimentar. Juntos, vocês trabalharão o motivo pelo qual você está precisando se alimentar de comida, e não de afeto, carinho, alegrias e realizações. Aprenda a viver a vida com prazer, pois em nossa rotina diária, acabamos não nos permitindo vivenciar atividades prazerosas e vamos sendo esmagados pelas obrigações.

As mulheres quando estão acima do peso, acabam por se afastar das atividades sociais e que eram prazerosas para elas. Desta forma, ocorre um aumento da ansiedade, e a comida passa ser uma das únicas fontes de prazer, podendo gerar crises de compulsão e a obesidade.

O foco é identificar o que em você não está sendo bem canalizado, preenchido, e que a comida está tendo que tapar.



Um beijo a todas
Luciana Kotaka